

Podemos Criar um Novo Mundo
E se pudéssemos construir um mundo diferente?
Um movimento global pela dignidade de toda a humanidade e pela regeneração do planeta.
A humanidade em harmonia
com o planeta Terra
Imagine acordar em um mundo onde ninguém precisa se preocupar em ganhar dinheiro para sobreviver.
Um mundo onde alimentos de excelente qualidade, água pura, moradia, energia, saúde, educação, tecnologia, conhecimento, transporte e lazer estejam disponíveis para todos.
Imagine não precisar trabalhar por obrigação, mas poder dedicar seu tempo àquilo que realmente ama fazer.
Imagine uma sociedade onde as pessoas não precisem competir umas com as outras para ter uma vida digna, mas possam colaborar para construir algo maior do que cada indivíduo.
Imagine cidades mais inteligentes, natureza recuperada, ar limpo, rios cristalinos e grandes áreas do planeta novamente ocupadas pelas florestas.
Imagine bilhões de pessoas livres para estudar, criar, pesquisar, inventar, ensinar, cuidar, explorar seus talentos e simplesmente viver.
Esse mundo não precisa permanecer apenas na imaginação.
Podemos começar a construí-lo.
Não precisamos encontrar outro planeta para viver.
Talvez o maior desafio da humanidade não seja encontrar um novo planeta para morar, mas aprender a cuidar desse planeta em que vivemos.
Essa é a visão do Novo Mundo.
Mas por que precisamos de um Novo Mundo?
Basta olhar ao nosso redor.
Vivemos em um mundo marcado pela pobreza, pela desigualdade, pela violência, pelas guerras, pela corrupção, pela exploração, pelo estresse, pelo desperdício e pelo sofrimento coletivo. Um mundo em que a poluição, a destruição ambiental e as mudanças climáticas radicais ameaçam o próprio equilíbrio do planeta.
E, ainda assim, seguimos vivendo normalmente. Acordamos, trabalhamos, consumimos, pagamos nossas contas, cuidamos de nossas próprias vidas e seguimos nossa rotina como se tudo isso fosse normal. Como se o sofrimento de milhões de pessoas, a destruição do planeta e o futuro da humanidade não tivessem relação alguma conosco.
O caos virou nossa normalidade. E o egoísmo, nosso guia.
Ao mesmo tempo, possuímos um nível de conhecimento, ciência e tecnologia jamais alcançado pela humanidade.
Temos capacidade para produzir alimentos em enormes quantidades. Temos tecnologias capazes de automatizar trabalhos. Temos conhecimento para tratar doenças, produzir energia, construir cidades e nos comunicar instantaneamente com pessoas do outro lado do planeta.
E, ainda assim, milhões de pessoas continuam sem acesso adequado ao básico.
Isso nos leva a uma pergunta fundamental:
Se temos tanta capacidade, por que os resultados ainda são tão ruins?
Porque esse mundo foca na exploração e não na colaboração.
Assumindo a responsabilidade
São as nossas ações que produzem esse resultado
Existe uma lógica simples:
A ação produz o resultado.
Se queremos mudar o resultado, precisamos mudar a ação.
Não podemos continuar repetindo as mesmas ações, os mesmos incentivos e o mesmo sistema e esperar que o mundo se transforme espontaneamente em algo completamente diferente. Precisamos reconhecer que somos nós que estamos criando este caos.
Não há nada tão inútil do que fazer eficientemente o que não deveria ser feito (Peter Drucker).
Se plantamos uma determinada semente, colheremos os frutos correspondentes a ela.
Por isso, talvez a pergunta não deva ser:
“Como podemos consertar o mundo atual?”
Mas:
“Que mundo queremos construir e quais ações precisamos realizar para criá-lo?”
Essa mudança de pergunta é fundamental.
O problema não está nas pessoas, e sim, na estrutura que orienta o comportamento das pessoas. O capitalismo prega o individualismo, a ganância, gera competição, escassez e hipocrisia.


A perspectiva do futuro?
Um planeta devastado, semelhante ao cenário de Mad Max? Ou um mundo dominado por prédios, como em O Quinto Elemento?
E quando a biodiversidade desaparecer, o que iremos comer? Será canibalismo?
Se destruirmos as plantas, os animais e os ecossistemas que sustentam a vida, até onde poderemos chegar? Vamos produzir artificialmente tudo o que precisamos para sobreviver? E, se nem isso for possível, o que restará?
Qual é o futuro que estamos construindo?
O capitalismo não é sustentável. Um sistema baseado na exploração contínua dos recursos naturais, no incentivo ao consumo e na busca incessante por lucro, o qual não pode continuar indefinidamente sem destruir aquilo de que dependemos para existir.
Se continuarmos seguindo a mesma direção, a longo prazo, estamos caminhando para a autodestruição.
E a conclusão é óbvia:
Precisamos mudar. E precisamos mudar com urgência.
Mas mudar o quê?
Precisamos mudar o propósito e a direção.
A perspectiva do futuro é piorar.
Atualmente, estamos testemunhando o colapso da biodiversidade. Já estamos vivendo o que é considerado a sexta extinção em massa, e as projeções para as próximas décadas apontam para a extinção de mais de um milhão de espécies. Ao mesmo tempo, a desertificação avança sobre as terras do planeta, enquanto a população mundial continua crescendo, podendo passar de aproximadamente 8 bilhões para 10 bilhões de pessoas até 2050.
E se continuarmos exatamente nessa direção, o que será daqui a 100, 200 ou 500 anos?
Causa raiz
Qual é a causa?
Quando falo em capitalismo, não estou falando de política, partidos ou ideologias.
Estou falando da lógica econômica baseada no comércio, na venda de bens e serviços, na busca pelo lucro, na acumulação de riqueza, posse e exploração dos recursos naturais que deveriam ser de todos e na necessidade de transformar praticamente tudo em algo que possa ser comprado e vendido.
Nessa lógica, para ter acesso a alguma coisa, normalmente precisamos pagar por ela.
Precisamos de dinheiro para comprar alimento.
Dinheiro para ter uma casa.
Dinheiro para consumir energia.
Cria-se então um ciclo:
Precisamos de dinheiro para viver → precisamos trabalhar para obter dinheiro → precisamos vender algo ou nosso trabalho para obter dinheiro → formam-se grupos, associações, empresas e organizações para gerar mais receita → estabelece-se um mercado competitivo → empresas precisam buscar lucro continuamente para crescer e evitar a falência → cria-se um mundo em que o lucro está embutido em tudo → precisamos de dinheiro para sobreviver.
Essa lógica tornou possível uma enorme capacidade produtiva. Mas o excesso de produção cria o excesso de lixo, a extração massiva de recursos finitos, destruição da natureza, poluição ar, do mar, da terra. Ainda, diminuem a vida útil dos produtos para vender mais, isto faz agravar mais esse ciclo. As pessoas trabalham no que não gostam para poder ganhar dinheiro. Se perguntar o sonho da maioria das pessoas é ganhar na loteria para poder não trabalhar mais. Cada vez mais pessoas estressadas, infelizes e doentes buscando prazeres momentâneos e futilidades.
Tudo que fazemos com intenção de lucrar cria o inferno.
Uma pergunta que considero essencial:
Precisamos realmente organizar toda a nossa existência dessa maneira?
Quando digo que podemos criar o Novo Mundo, naturalmente surge a pergunta: Mas como?
Antes de explicar o como, uma verdade precisa ser revelada.
Dinheiro para estudar.
Dinheiro para viajar.
Dinheiro para ter acesso a determinadas tecnologias.
E, para obter dinheiro, precisamos trabalhar ou encontrar alguma forma de gerar renda.
A Verdade
A maior mentira da humanidade?
O custo não existe! É uma invenção do capitalismo.
Em um mundo onde 10% da população, cerca de 780 milhões a 900 milhões de pessoas, enfrentam algum nível de fome ou insegurança alimentar grave no planeta, onde a cada 4 segundos morre uma pessoa de fome, a escolha do lucro acima das vidas humanas é algo para se repensar.
E a água?
Temos a água da chuva, dos rios, dos lagos, das águas subterrâneas e até mesmo a água do mar. São fontes naturais. Cadê o custo nisso?
E a energia?
A energia hidrelétrica e a energia eólica baseiam-se na transformação de energia cinética (energia do movimento) em energia elétrica. Cadê o custo nisso? A energia solar? O Sol é de graça.
E a mão de obra?
O que você gasta quando trabalha? A energia! E como recupera sua energia? Comendo e dormindo. Você não tem que comer e dormir independentemente de trabalhar ou não? Sim. Então, cadê o custo nisso?
Matéria-prima
A matéria-prima é extração. Não importa se é madeira, ferro, bronze, ouro ou diamante: está retirando do solo. Cadê o custo disso?
Conhecimento, então, não tem custo mesmo. As pessoas vendem e exploram as outras com algo que deveria ser passado.
As ferramentas, os equipamentos e os maquinários?
Nada mais são do que a soma da matéria-prima com a mão de obra e o conhecimento, todos eles são de graça. Não importa quão luxuoso ou de alta tecnologia seja: pode ser um carro esportivo ou um foguete espacial, tudo é de graça.
E a casa, o terreno? Esse é o pior de todos.
Vou lhe perguntar: o planeta é de quem, somente dos seres humanos ou de todos os seres? A maioria das pessoas responde que é de todos os seres. Daí eu retruco: se é de todos os seres, por que só os seres humanos podem comprar e vender? Todos ficam em silêncio. Cadê a assinatura dos passarinhos, dos animais e das plantas na hora em que compraram o terreno?
Nós, seres humanos, nos apropriamos do que deveria ser de todos. Nunca houve legalidade na aquisição das propriedades. Estamos cometendo barbaridades desde o começo da história da humanidade.
Tudo é grátis. O custo não existe!
Então, por que, nesse mundo atual, tudo tem custo? Por causa das filhas da puta que obtêm lucro. O lucro é que gera custo.






Se você comer uma laranja, dentro dela há sementes. Se plantar essa semente, ela brota, vira outro pé de laranja, que irá dar um monte de frutos, cada um deles contendo um monte de sementes, as quais podem ser replantadas. Cadê o custo nisso?
Quando digo isso, algumas pessoas retrucam: “E o adubo?”
As fezes de vaca têm custo? As fezes de galinha têm custo? Húmus de minhoca é o cocô da minhoca.
Lembrando que a planta se reproduz não somente por sementes. Podemos reproduzi-la por estaquia (galhos), pelas folhas, pelos ramos etc.
Não só as plantas, como também os animais, os peixes, os camarões e as galinhas colocam ovos, e muitos ovos. Os mamíferos também têm filhotes.
Entenda que todo alimento pode ser multiplicado infinitamente, pois isso é uma bênção divina. Não transforme a bênção em maldição.
No capitalismo, quando há uma superprodução, eles estocam ou, dependendo do caso, queimam, destroem ou descartam para não baixar o preço de mercado. Compreende quão insano é? E o pior: como a insanidade virou normalidade.
O alimento continuará precisando ser plantado.
A água continuará precisando ser captada e tratada.
A energia continuará precisando ser produzida.
O ensino, as tecnologias e as pesquisas continuarão precisando ser desenvolvidos.
O que desaparece é a necessidade de pagar por essas coisas para que alguém possa ter acesso a elas.
Quando o lucro deixa de ser o objetivo, a verdadeira abundância emerge.
Se o objetivo é atender às necessidades humanas, podemos começar a pensar em eficiência, durabilidade, qualidade, sustentabilidade e benefício coletivo.
A questão central se torna: “Como podemos produzir isso da melhor maneira possível para beneficiar a humanidade?”


O Caminho
Podemos criar um Novo Mundo
Quando entendemos que o custo não existe, podemos conceber um novo sistema que governará o mundo.
Não estamos falando de regime político, e sim de uma nova forma de viver.
Imagine uma sociedade capaz de produzir aquilo de que as pessoas precisam e que decide disponibilizar esses recursos gratuitamente.
Mudança do Propósito
A verdadeira abundância
Atualmente, quando as pessoas falam sobre abundância e prosperidade, elas se referem ao acúmulo de riquezas. Isso não é e nunca será abundância nem prosperidade, pois a busca pela riqueza é o que origina a desigualdade social.
Estamos em um mundo onde 1,5% das pessoas detêm quase 50% da riqueza do mundo. Os outros 98,5% da população ficam com os 50% restantes, que não são divididos igualmente. 40% da população possui menos de 1% da riqueza do mundo.
Atualmente, temos uma população de 57 milhões de milionários, que representa cerca de 0,69% da população mundial total ou aproximadamente 1,02% da população adulta global. Temos também um grupo de 3.428 bilionários, que representa aproximadamente 0,000041% da população mundial.
Daí eu pergunto: Para que buscar tanta riqueza? Qual o sentido da vida?
Marcos 8:36
Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?
Toda a riqueza está construída em cima da miséria de muitos. Não existe trabalho remunerado que seja honesto.
As pessoas idolatram os ricos e famosos, acreditam que as pessoas que obtiveram sucesso são os vencedores, mas são, na verdade, a escória da humanidade.
Não importa se um bilionário gasta 100 milhões em ações sociais, pois a miséria não existiria se ele não tivesse obtido essa riqueza.
Compreende a hipocrisia?
Mateus 19:23-24
Então Jesus disse aos discípulos: “Digo a verdade: Dificilmente um rico entrará no Reino dos céus.
E digo ainda: É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus.”
Absolutamente nenhum rico entrará no Reino de Deus, pois são vocês que originam o inferno na Terra.
Mas aqui há uma ressalva: não estamos dizendo que o rico é mau e o pobre é bom. Pois, se o sonho do pobre é se tornar rico, não há nenhuma diferença.
O ponto principal do meu argumento não é a condenação da pessoa, e sim do sistema atual em que vivemos.
Elevar a consciência da humanidade e abrir o caminho para introduzir a verdadeira abundância na Terra.
É o despertar!
É aqui que começa uma das maiores transformações.
Tenho 12 projetos iniciais para a criação do Novo Mundo, que estão explicados na aba dos projetos. Mas vamos pegar o exemplo da laranja para ilustrar.
Compreendemos que a laranja pode ser produzida sem custos. Vamos supor que o consumo de laranjas da sua cidade seja de 200 mil laranjas por ano, que sejam produzidas e distribuídas gratuitamente.
Se eu posso fazer isso com a laranja, posso fazer com limão, kiwi, manga, banana, arroz etc.
Imagine uma quitanda onde existem frutas, verduras, legumes e outros alimentos frescos, de excelente qualidade, e tudo é gratuito.
Não uma cesta básica limitada.
Não uma distribuição emergencial.
Será uma constante abundância. Uma nova realidade.
Você pega aquilo de que precisa e, amanhã, haverá novamente.
Nesse momento, algo começa a mudar dentro da mente humana.
Se você sabe que sempre haverá alimento, desaparece o medo da falta. Acaba aquele desespero. Acaba, de verdade, com a fome. A população finalmente consegue respirar.
Compreende que podemos replicar a mesma lógica com todas as coisas que existem neste mundo?
Se há acesso permanente aos recursos, diminui a necessidade de tomar dos outros.
A verdadeira abundância acaba com a lógica da escassez. E, quando a escassez deixa de determinar nossas vidas, a necessidade de competir também desaparece.
A verdadeira abundância não é:
“Eu tenho muito.”
É:
“Todos têm o tudo.”


O dinheiro deixará de existir
Quando extinguimos o dinheiro, eliminamos todo o mal.
Pois, para que alguém irá roubar se terá tudo de graça?
Acabam o assalto, a corrupção, os golpes, a ganância, o trabalho remunerado, o estresse, a necessidade de sustentar, a desigualdade social e a fome.
1 Timóteo 6:10
Pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos.
A verdadeira abundância extingue o mal para sempre.
Quando digo que o dinheiro deixa de existir, não significa que voltaremos ao escambo. De forma nenhuma, pois o conceito de troca é ruim:
“Eu só faço isso por você se você fizer algo por mim.”
A verdadeira abundância é quando todos têm tudo de que necessitam ou desejam.
Pegando o mesmo exemplo da laranja: quando a nossa oferta de laranjas gratuitas suprir a necessidade de consumo da cidade, o que acontecerá com o mercado de laranjas nessa localidade?
Ele acaba.
Pois, para que alguém vai comprar uma laranja se tem laranja grátis, de ótima qualidade, sendo oferecida na quitanda de cada bairro?
E se oferecermos não somente laranjas, mas também outras frutas, verduras, carnes e grãos?
E se oferecermos produtos industrializados, equipamentos, ferramentas, ensino e tudo mais gratuitamente?
O que acontecerá?
O mercado acaba.
E, quando o mercado acaba, o que mais acontece?
O dinheiro deixa de ser necessário.
E, quando o dinheiro deixa de ser necessário, todo o sistema econômico deixa de existir.


Do individualismo para a colaboração
Fomos ensinados a competir, a ser melhores, ganhar mais, possuir mais, subir mais, vencer. A humanidade sempre viveu no capitalismo; a base da sociedade foi construída sobre o comércio. Essa é a normalidade, e ninguém conhece outra forma de viver.
Mas existe outra possibilidade. Observe uma colônia de formigas. Cada formiga trabalha dentro de um sistema colaborativo que existe para o benefício de toda a colônia.
A humanidade possui algo extraordinário: consciência, linguagem, ciência, tecnologia e capacidade de planejamento. Imagine utilizar todas essas capacidades não principalmente para competir uns contra os outros, mas para cooperar em benefício de todos.
Todos Sendo Um
Cada um utilizando os seus dons para um objetivo comum. Assim como o dedo da mão tem uma função diferente da do coração, do estômago, da perna ou dos olhos, cada parte, quando unida às demais, forma o corpo completo.
Aqui, preciso diferenciar colaboração de parceria. A parceria que existe no capitalismo busca favorecer um grupo para tirar vantagem sobre o restante. A colaboração a que me refiro aqui tem o mesmo propósito para todos: o bem maior do coletivo. Se você fizer uma ação dentro desse propósito, automaticamente estará fazendo o bem para mim também.
Lógico que nem todos irão entender essa mensagem. Afinal, estamos situados no capitalismo e não conhecemos outra forma de viver. Mas quem entendeu a lógica, quem consegue enxergar essa visão do paraíso na Terra, venha caminhar na mesma direção.
Onde quer que você esteja — pode ser em outro país, não importa quão distante esteja fisicamente —, nossos caminhos irão convergir, pois estaremos alinhados no mesmo destino.
A vocação poderia se transformar em propósito
Com o trabalho remunerado deixando de existir e o trabalho em si se tornando opcional, você poderá dedicar sua vida ao que realmente ama fazer, buscar sua vocação, se assim o desejar.
1 Pedro 4:10
“Servi uns aos outros, cada um conforme o dom que recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus.”
Quando você faz algum bem a alguém sem nenhuma intenção de reciprocidade, ativa o sistema de recompensa do cérebro. Esse fenômeno biológico envolve um coquetel de quatro substâncias principais — dopamina, ocitocina, endorfinas e serotonina — associado, na psicologia e na neurociência, ao fenômeno conhecido como helper's high (ou o “prazer do doador”).
O altruísmo ativa principalmente a junção temporoparietal, ligada à empatia e à perspectiva do outro, o sulco temporal superior posterior, relacionado ao processamento social, e o sistema de recompensa, incluindo o estriado ventral, que libera dopamina e gera sensações de prazer e bem-estar.
Nosso corpo responde às substâncias que liberamos no organismo. É isso que chamamos de sentimento, pois sentimos alegria, ternura etc.
Iremos retirar a população do sofrimento e do medo constante e conduzi-la a um estado de felicidade e realização genuína. Isto não é uma mudança individual; é uma mudança massiva. Iremos retirar a sociedade desse caos e desespero e conduzi-la a um estado de alegria, paz e amor.
Essa mudança ocorrerá após começarmos a escalar meus projetos globalmente, ou seja, na passagem da fase 1 para a fase 2 da criação do Novo Mundo.
Em vez de cada grupo proteger seu conhecimento para obter vantagem sobre os outros, poderíamos utilizá-lo para o bem da humanidade e criar uma grande rede mundial de colaboração.
O conhecimento de um passaria a ser patrimônio de todos.
E o avanço da humanidade poderia acelerar de uma maneira que hoje é difícil imaginar.






E o planeta?
O Novo Mundo não será apenas melhor para a humanidade; será melhor para a Terra.
Se não precisamos produzir continuamente para vender e gerar lucro, podemos começar a produzir de acordo com as necessidades reais. Isso significa menos desperdício, menos produção desnecessária, menos extração e menos poluição; e, ao mesmo tempo, mais reutilização, mais eficiência e mais recuperação de materiais.
Quando devolvemos as áreas ocupadas à natureza, por meio de cidades mais compactas e eficientes, a natureza terá espaço para se recuperar. As nascentes voltarão a emergir, as águas dos rios e lagos se tornarão puras e cristalinas e, consequentemente, essa água limpa e cheia de nutrientes, ao desaguar no mar, alimentará os alevinos e os corais.
Para proteger os animais e as plantas, não existe outra forma senão sair do capitalismo. O aumento da vida terrestre e aquática acontecerá naturalmente quando desocupamos o ambiente deles.
Quando entendermos que não precisamos procurar outro planeta habitável, precisaremos aprender a cuidar deste. Porque, se formos para outro planeta com a mentalidade capitalista, apenas propagaremos a destruição por lá também.
Acelere o Progresso
Conhecimento livre, evolução acelerada
Imagine uma humanidade onde o conhecimento possa circular livremente.
Uma descoberta feita em um país poderia imediatamente ser estudada e aprimorada por pesquisadores do outro lado do planeta. Soluções poderiam ser compartilhadas. Tecnologias poderiam ser desenvolvidas de maneira colaborativa.
A inteligência artificial, a robótica e a automação poderiam ser direcionadas prioritariamente para reduzir trabalhos repetitivos, aumentar a abundância e melhorar a qualidade de vida. Quando sairmos do sistema capitalista, a substituição da mão de obra humana pelos robôs deixará de ser um problema e se tornará uma bênção.
Uma humanidade mais saudável
A transformação não seria apenas econômica.
A saúde também poderia melhorar profundamente.
Imagine uma sociedade onde todos tenham acesso a alimentos frescos, naturais e nutritivos.
Água de qualidade.
Ar mais limpo.
Menos poluição.
Menos estresse provocado pela insegurança financeira.
Mais tempo para dormir, descansar, praticar atividades físicas, conviver com a família e fazer aquilo que traz satisfação.
Mais investimento em prevenção.
Mais acesso à informação e à tecnologia.
Isso não significa que todas as doenças desapareceriam.
Mas poderíamos transformar muitas das condições que hoje favorecem o adoecimento.
Em vez de simplesmente tratar pessoas que adoecem em um ambiente que favorece o adoecimento, podemos construir um ambiente que favoreça a saúde.
Muitas doenças estão relacionadas aos nossos hábitos. Quando melhoramos nossos hábitos, podemos reduzir ou até eliminar os sintomas de muitas delas.
Não Conserte, Crie o Novo.
Não tente melhorar o velho mundo
O sistema atual está totalmente corrompido. Não adianta tentar consertar os problemas deste mundo. É preciso construir uma alternativa, como se criássemos um outro mundo dentro deste: um mundo paralelo, com novas regras, novas bases.
A base é o amor incondicional e a abundância verdadeira. Uma sociedade sem fins lucrativos em sua estrutura essencial.
Uma sociedade onde os projetos existem para servir à humanidade, e não para gerar benefício para um grupo de pessoas.
Uma pergunta importante:
Por que o mundo não melhora se existem tantas ações sociais e ambientais sendo executadas?
Porque a grande maioria das ações é hipocrisia!
A grande maioria das árvores plantadas em ações ambientais morre! Embora iniciativas de plantio em massa possam gerar ótimas fotos e cumprir metas políticas ou corporativas — os chamados “checklists” verdes —, a sobrevivência das mudas varia muito conforme a espécie, o local, o método de plantio e as condições ambientais. Estudos de restauração florestal mostram taxas de mortalidade bastante diferentes entre projetos, o que torna inadequado tratar um percentual único como regra geral.
Arrecadar dinheiro para doar alimentos, água, medicamentos, roupas e outros itens para quem precisa parece, à primeira vista, uma atitude de solidariedade. Mas existe uma profunda contradição. Se a própria lógica de obtenção e acumulação de riqueza é responsável por produzir a escassez, a desigualdade e a miséria, então arrecadar recursos para amenizar suas consequências é hipocrisia!
Tenta remediar a consequência negativa do capitalismo, mas não elimina a causa do problema, que é o próprio capitalismo. É como pedir um band-aid para cobrir a ferida à pessoa que está causando a ferida.
Tentar melhorar o mundo através de votos, movimentos políticos e manifestações não funciona, pois o capitalismo corrompe qualquer ideologia; nem mesmo a lei prevalece diante do dinheiro. Para o capitalismo, não importa se é lícito ou ilícito.
Não acredite na frase: “Seu voto faz diferença!”
O mundo só piora há milênios.
A consequência grave desses tipos de atitude hipócrita é a criação de uma falsa sensação de que: “Pelo menos eu estou fazendo a minha parte.” É um ato para retirar o peso da própria consciência que o acusa.
Outro argumento que muitos dizem é: “Pelo menos, para aquela pessoa, fez a diferença.” Como se ajudar uma pessoa fosse mais importante do que as outras 99 que continuam sofrendo.
Não faça atos hipócritas. Faça ações que realmente atinjam a causa.


A ganância deixa de fazer sentido
Se todos têm acesso ou possuem tudo aquilo de que precisam, o dinheiro perde sua importância e a riqueza se torna obsoleta.
Vou dar um exemplo para ilustrar:
Se todos os dias você pudesse ter uma roupa nova ou diferente, infinitamente, para que você teria um guarda-roupa?
Não faz sentido.
A riqueza é o acúmulo de dinheiro e bens, que só tem sentido em um mundo de escassez.
Quando saímos do capitalismo e conhecemos a verdadeira abundância, a lógica muda de:
“Quanto consigo acumular para mim?” para:
“O que podemos criar para todos?”
Essa é, talvez, uma das maiores mudanças do Novo Mundo.
A prosperidade deixa de ser medida pelo que um indivíduo consegue possuir. Passa a ser medida pelo que a humanidade consegue tornar possível para todos.
As Fases do Novo Mundo
A transformação ocorrerá em fases
Existe uma ideia ainda mais profunda por trás de tudo isso.
Quando acreditamos que não existe o suficiente, acumulamos. Quando acreditamos que podemos perder, protegemos o que temos. Quando acreditamos que precisamos competir para sobreviver, enxergamos o outro como concorrente. Quando acreditamos que precisamos vencer, alguém precisa perder. Quando existe uma segunda intenção no relacionamento, surge a desconfiança. Quando há hostilidade no ambiente, aumenta a violência.
Mas a verdadeira abundância gera segurança, confiança, colaboração e amor. É por isso que o Novo Mundo não é apenas uma transformação econômica; é uma transformação de consciência.
A abundância retira a sociedade do desespero. A cooperação cria uma nova forma de relacionamento. Quando o amor governar, iremos curar todas as feridas da sociedade como um todo.
Mas isso tudo não ocorrerá de imediato. Será gradativo. A maioria das pessoas não tem a capacidade de compreender essa lógica. Mesmo quando compreendem, acham que é uma utopia ou que será muito difícil de realizar. Elas precisam ver para crer.
No início, vem o despertar: o chamado às pessoas que conseguem compreender a mensagem para iniciar o movimento na mesma direção. Assim que tivermos os recursos e os voluntários, começaremos a colocar os projetos em prática. Iremos replicá-los e escalá-los, fazendo as adaptações, os ajustes e as melhorias de acordo com cada localidade.
Quando as pessoas começarem a ver os projetos na prática, isso irá provocar um choque cultural, pois será uma realidade nova para elas: experimentar a abundância que nunca tiveram.
Isso ajudará a propagar naturalmente os projetos e o conceito de criação do Novo Mundo.
Quando a abundância se tornar uma normalidade, aí acontecerá a mudança comportamental da sociedade. A violência irá diminuir drasticamente, e o roubo e a corrupção deixarão de fazer sentido.
Para que roubar se você tem tudo de graça?
Com uma vida confortável, feliz e saudável, com relacionamentos transparentes e verdadeiros, uma nova sociedade irá emergir.
A mudança ocorrerá em fases. Mesmo sendo otimista, levará de 2 a 3 gerações, de 100, 150 a 500 anos. Iremos plantar sementes para que as futuras gerações possam colher.
E essa transformação não precisa acontecer de uma vez. Cada projeto demonstra, na prática, que uma parte da vida pode funcionar de outra maneira. E quanto mais partes forem transformadas, mais próximos estaremos de uma nova realidade.
Em vez disso, aproveite que está produzindo alimentos localmente e distribua-os gratuitamente, não apenas para os membros da comunidade, mas para toda a localidade. Isso acaba com o mercado.


Saber não basta
Podemos compreender tudo isso em teoria e continuar exatamente como estamos.
O mundo atual necessita de uma mudança drástica de rumo. Precisamos nos unir para colocar em movimento essa nova direção.
Por isso, existe uma frase que resume uma parte essencial dessa visão:
“Saber e não fazer não é saber.” — Lao Tsé
O conhecimento só se transforma em realidade quando se transforma em ação.
O Novo Mundo não será construído apenas por pessoas que acreditam nele.
Será construído por pessoas que realizam ações capazes de gerar efeitos concretos para torná-lo possível.
A Autoenganação da Hipocrisia
O que funciona e não funciona?
Não adianta arrecadar verba para distribuir marmitas. Em vez disso, produza alimentos de forma a reduzir seu custo ao máximo, até zerá-lo, e distribua-os gratuitamente no local. Isso acaba com o mercado, com o sistema, além de possibilitar o fornecimento de alimento de forma inesgotável.
Não adianta formar uma comunidade autossustentável e se isolar do mundo. Sua comunidade se tornará cada vez mais pobre e continuará precisando de dinheiro para equipamentos, tratamentos hospitalares etc.
O ponto é que não adianta se isolar. É preciso conduzir toda a sociedade a sair do capitalismo. Somente assim haverá uma mudança real.
Não adianta ter uma religião, pregar a palavra de Deus e continuar a trabalhar para o diabo. Pregar não é apenas compartilhar com os outros a palavra de Deus; é cultivá-la dentro do próprio coração, para que você se torne um exemplo vivo.
Utilize seus dons e seus recursos para o bem maior. É o Servir do Cristianismo, o Seva do Hinduísmo, o Dana e a Karuna do Budismo, o Zakat e a Sadaqah do Judaísmo.
A salvação não é individual; é coletiva.
Não adianta doar toda a sua fortuna e buscar a salvação espiritual, pois estamos situados no capitalismo, que necessita de dinheiro para sobreviver. A busca pela salvação individual é o reflexo do egoísmo.
Em vez disso, garanta sua estabilidade financeira e use seus recursos de forma sábia.
Não adianta doar se não forem ações que realmente atinjam a causa. O mundo não irá se curar tentando apenas resolver os problemas. Precisamos criar ações e projetos para construir um Novo Mundo que não gere esses problemas.
Têm que ser projetos que conduzam toda a sociedade a sair do sistema econômico atual.
Não adianta ter um partido político, pois, independentemente de quem esteja no poder, quem governa o mundo é o dinheiro. O mundo gira em torno do comércio e da obtenção de lucro.
O socialismo com base capitalista é o tal do band-aid na ferida.
Não adianta favorecer apenas o seu país, pois o prejuízo é de todos. Em vez disso, é preciso ter uma visão global.




O único caminho que realmente vale a pena trilhar
Podemos passar a vida tentando remendar o mundo que herdamos, e ele continuará piorando. Ou podemos começar a construir o mundo que desejamos deixar para as próximas gerações.
Um mundo de abundância.
Um mundo de cooperação.
Um mundo de conhecimento livre.
Um mundo de tecnologia a serviço da vida.
Um mundo onde ninguém precise lutar para sobreviver.
Um mundo onde as pessoas possam descobrir seus talentos e dedicar suas vidas àquilo que realmente amam.
Um mundo onde a felicidade de uma pessoa não dependa da infelicidade de outra.
Um mundo onde a humanidade viva em harmonia com o planeta.
Esse é o Novo Mundo que eu quero ajudar a construir.
All as One
Eu acredito em Deus.
Acredito na bondade.
Acredito no potencial da humanidade.
Acredito que podemos criar um mundo muito melhor do que aquele que recebemos.
E acredito que o paraíso na Terra não precisa permanecer apenas como um sonho.
Podemos começar a construí-lo.
Um passo de cada vez.
Projeto por projeto.
Pessoa por pessoa.
Seguindo na mesma direção.
Quando o propósito é o bem maior de todos, entendemos que o caminho é único.
A criação do Novo Mundo é o meu propósito de vida.
Se essa visão também desperta algo dentro de você, talvez você possa fazer parte dela.
Porque a pergunta mais importante não é apenas:
“É possível?”
É:
“Se podemos construir um mundo melhor, por que não começar?”
Não importa o seu passado. O que importa é o seu próximo passo.
DEPOIMENTOS
Vozes da Nossa Comunidade
Relatos de pessoas que já estão ajudando a construir e vivenciar esta transformação.
"Você colocou um triplex dentro da minha cabeça."
— Elena M., 38
"Contribuir para o Novo Mundo me deu um verdadeiro propósito e esperança para o futuro da humanidade."
— Carlos V., 45
Notícias e atualizações
Acompanhe a jornada rumo à construção de um futuro próspero e justo.
Novo Mundo
Harmonia e Abundância
2026 newworldrise.com · O conhecimento é gratuito. Seus benefícios pertencem a todos.
